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quinta-feira, 5 de abril de 2012
O futuro anunciado hoje
Nem sei o que dizer... mas assusta-me um bocadinho. Mais informação e imagens aqui.
Google Glass - Vídeo promocional.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Liberdade = Privacidade
Em França, os políticos perceberam que as populações já não são tão facilmente controláveis como antes e que as medidas impopulares fazem mossa. Como a lei Hadopi, tão elogiada e defendida por Sarkozy antes da campanha eleitoral e que agora, com as sondagens a não serem muito amigas, a ser denunciada por todos os candidatos como uma lei a abater.
Em Inglaterra ainda vão a tempo de perceber o mesmo e voltar atrás nos planos de tornar a nossa navegação web sujeita a uma vigilância que ninguém aceitaria se fosse feita a uma conversa telefónica.

Pelos comentários que se vão lendo na página do The Guardian, se for para a frente com esta proposta o governo arrisca-se a dar um tiro no pé. Daqueles mesmo muito desajeitados e que fazem estragos.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Wikidata?
A Wikipédia vai ter uma irmãzinha: a base de dados Wikidata.
E depois admiramo-nos por a Enciclopédia Britânica ter desistido das edições em papel.
E depois admiramo-nos por a Enciclopédia Britânica ter desistido das edições em papel.
sexta-feira, 30 de março de 2012
E agora? Como é que resisto a isto?
Nunca me tentei por um iPad. Mas depois vi esta aplicação e agora acho que quero um. Ainda bem que está a chover ou já tinha ido até à lojinha mais próxima.
E depois, há que considerar também o e-paper flexível da LG...
Onde é que posso arranjar uma dose extra de força de vontade para resistir a estes brinquedos lindos?
quarta-feira, 28 de março de 2012
Ai, ai, ai...
A Fnac em França prepara-se para vender aspiradores e máquinas de café. Depois de alguns maus resultados, a empresa vai diversificar a oferta mas promete não diminuir o espaço reservado aos livros e à cultura:
Alexandre Bompard a voulu rassurer le monde de l'édition, dans une interview accordée mi-mars à Livres Hebdo : «La place du livre n'a pas vocation à diminuer» au sein du réseau Fnac. Pour preuve, avance-t-il, les rayons livres sont pas concernés par le plan de 500 suppressions de postes annoncées récemment. Fonte: Le Figaro
Assim esperamos, mas com as notícias das livrarias que vão fechando aqui e ali, parece que o bicho-papão que era a Fnac também não está livre de perigo. É verdade que a Amazon vai de vento em popa, mas na Amazon também já se vende de tudo um pouco.
Vamos mesmo ter de nos despedir dos livros em papel?
segunda-feira, 19 de março de 2012
Oh, the irony...
Um grupo de escritores chineses decidiu acusar a Apple de estar a vender os seus livros de forma ilegal através do iTunes.
Casa de ferreiro...
(Notícia do SOL, imagem da Wikipedia)
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Trancas à porta...
Isto é errado e é um crime. Mas é também tão francamente irónico!
O Público acrescenta mais informação sobre este assunto e os seus autores.
Thousands of customers of a leading US security company are due to be given specialised identity theft protection after computer hackers linked to the Anonymous group claimed to have diverted more than $500,000 from their private bank accounts to charities including the Red Cross, CARE and Save the Children. (...)The company's chief executive, George Friedman, has told clients, which include several US government departments, foreign embassies, Interpol, the US army and the United Nations, that by Wednesday they will have received "identity theft protection and monitoring".
In the meantime, he urged them to regularly check their accounts and credit reports and issued his "sincerest apologies" for the security breach, which makes it possible for anyone with access to the internet to download thousands of credit card account details, complete with security codes, in less than a minute. Fonte: The Guardian (acrescentados os sublinhados e o negrito)
O Público acrescenta mais informação sobre este assunto e os seus autores.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Outra fábula: O leão e o rato?
Um jovem mexicano, membro do grupo de internautas Anonymous, foi raptado pelo cartel de drogas mexicano. Numa reviravolta original, os internautas colocaram online um vídeo em que ameaçam expor a "vida" dos membros do cartel: desde as suas identidades e moradas às suas ligações com polícias corruptos.
Pode seguir a notícia e ver o vídeo aqui.
Falta perceber nesta história quem é o leão e quem é o rato.
Imagem via KidsGen
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O canto do cisne
Os CDs vão acabar em 2012, segundo este artigo, passando as companhias discográficas a reservar esse meio para apenas algumas edições especiais.
Se assim for, os DVDs também não devem resistir muito mais tempo. O blu-ray? Depois de tanta polémica sobre qual o formato que venceria no mercado, os seus produtores devem estar a bater com a cabeça na parede perante o investimento perdido. Olhando para as prateleiras das lojas e para o espaço mínimo ocupado pelos leitores e DVDs blu-ray percebe-se que foi uma vitória de Pirro.
A razão é simples: basta ir à secção de atendimento pós-venda de uma loja e ouvir, ao nosso lado, um senhor de ar respeitável e idade provecta perguntar por que razão o aparelho que comprou não lê as legendas dos filmes da pen. E ouvir também a explicação da mocinha do atendimento relativamente à selecção da opção das legendas "srt"...
Enquanto as grandes companhias se digladiavam em torno do formato de DVD do futuro, os internautas encontravam formas de guardar filmes em formatos digitais, com cada vez maior qualidade, libertando as casas de filas intermináveis de caixas de plástico e passando a poder apreciar um filme a um clique de distância, sem a intromissão abominável de minutos e minutos da publicidade dos DVDs.
Para quando o investimento sério das grandes distribuidoras nestes novos formatos digitais? O planeta agradecia, certamente. Contudo, para já, a opção de companhias como a TDK (que fazia das melhores cassetes VHS!) parece ser outra: despedimentos e mais despedimentos.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
Manuais escolares em papel ou em iPads?
Numa altura em que o custo dos manuais escolares e a sua aquisição são preocupação para muitos, é interessante ver o que se passa por outros países. Nos EUA, cada vez mais as escolas estão a investir em manuais digitais, agora com o recurso ao iPad. Quanto custarão estes livros? Em termos individuais, editoriais e ambientais?
E quais as consequências em termos da adaptação corporal aos novos métodos de leitura e trabalho? Ler e fazer anotações num livro em papel e ler e escrever notas numa superfície digital exigem usos diferentes das mãos e do cérebro.

Os produtores de tablets têm aqui um fortíssimo mercado mas as consequências para a espécie humana poderão não ser completamente benéficas. Em termos de leitura de obras literárias, por exemplo, os alunos passam a ter recursos fantásticos como a possibilidade de encontrar muito rapidamente qualquer palavra no texto mas, por outro lado, vai ser mais difícil conseguir que façam a leitura integral dos textos já que a informação de que necessitam pode ser acedida por outros processos que não a leitura linear e sequencial.
Mas a "onda" iPad está aí e vai alterar certamente o nosso modo de ver o ensino e a aprendizagem. Imagens aqui e aqui.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Alerta de terramoto - Interessante
O iPhone vai disponibilizar uma aplicação que notifica os utilizadores sobre alertas ou ocorrências de terramotos, a partir das informações, em tempo real, dos centros de registos sismológicos. Para já só para o Japão. Aqui, como quando vez que há um tremor mais forte, a página do Instituto de Meteorologia vai abaixo, é capaz de não funcionar muito bem. Mas se resultar, pode ser uma óptima ajuda em caso de sismo. Imagem daqui.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Desperte o Picasso que há em si
Imagine-se aqueles artistas de café, que desenham em guardanapos, com uma caneta destas na mão.
Ou aquelas reuniões intermináveis em que a única forma de se manter a sanidade é ir rabiscando os papéis que tem à frente...
Esta "caneta" da Wacom pode vir a ser um brinquedo engraçado ou uma ferramenta útil para os artistas (sem aspas). E no anúncio até parece fácil.
Encontrado aqui.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
iPads ou iPatas?
Por falar em iPads... uma pequena pesquisa pelo YouTube dá isto: como manter o seu gato entretido enquanto ele está sozinho em casa...
Steve Jobs e a Apple
É possível dar os parabéns ao homem e à invenção sem nos deslumbrarmos? Sim. O investimento da Apple no design não se limitou a tornar os seus produtos apetecíveis porque são engraçados e fashion embora este aspecto seja muito importante para a estratégia comercial da empresa. Seria impensável ver Carrie Bradshow a usar um portátil que não fosse um Mac. O episódio em que leva o seu "bebé" embrulhado numa pashmina para ser "curado" num centro informático é emblemático dessa ligação entre o ar fashionable dos produtos da Apple e o seu valor monetário.
É possível dizer que a mentalidade Windows nos leva a pensar no próximo portátil em termos de gigas, enquanto a mentalidade Apple nos leva a considerar primeiro as novas cores do computador? Se calhar também é um bocadinho assim.
Mas também é verdade que há uma enorme dose de criatividade e inovação tecnológica na casa Apple e que os seus produtos contribuíram muitíssimo para a rapidez do desenvolvimento a nível das telecomunicações, da acessibilidade musical e das plataformas digitais nos últimos anos. E é impossível pensar em Steve Jobs e ignorar o seu papel na criação do mundo maravilhoso da Pixar, de onde saíram pequenas pérolas como "For the Birds".
No entanto, a Apple é uma companhia que também tem contribuído para inverter a política de gratuitidade e democraticidade na Net. A percepção da Internet como um "espaço" de navegação tendencialmente livre e de consulta frequentemente aberta começa a tropeçar quando os caminhos ficam reduzidos perante a multiplicidade de aplicações que é preciso comprar ou adquirir e instalar para navegar a partir de um iPad, por exemplo.
Exemplo disto é a percepção de que há "sites de apoio" da Microsoft e há "lojas" da Apple. Não quer dizer que na Microsoft também não haja uma mentalidade de lucro e venda, mas parece menos óbvia e omnipresente.
Estas considerações à parte, Steve Jobs merece sem dúvida os parabéns pela sua capacidade de inovação e empenho empresarial, mesmo se não se concorda absolutamente com a sua filosofia comercial.
A propósito disto tudo, este anúncio icónico da Apple em 1984 merece ser revisitado. Foi apresentado uma única vez, no ano em que Orwell previa o mundo de pesadelo de 1984.
A imagem da série Sex and the City pode ser encontrada aqui. Também vale a pena ler o artigo que a acompanha.
terça-feira, 19 de julho de 2011
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