Mostrar mensagens com a etiqueta Apple. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Apple. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs (1955-2011)

Um resultado previsível desde que anunciou a sua demissão.
A página da Apple tem hoje um aspecto menos bonito mas mais pungente. Embora não concordasse com a sua visão comercial, tiro-lhe o chapéu pelo seu espírito visionário e criativo e pela sua capacidade de antecipar aquilo que as pessoas queriam ter.
Cada vez que esticarmos um dedo e tocarmos num ecrã estaremos a seguir o caminho traçado por Steve Jobs, que nos vendeu o rato e depois nos guiou para um mundo mais táctil e mais rápido.
Por ter sido capaz de transformar o nosso mundo de forma tão eficaz e tão esteticamente apelativa, só podemos estar-lhe eternamente gratos.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Alerta de terramoto - Interessante

O iPhone vai disponibilizar uma aplicação que notifica os utilizadores sobre alertas ou ocorrências de terramotos, a partir das informações, em tempo real, dos centros de registos sismológicos. Para já só para o Japão. Aqui, como quando vez que há um tremor mais forte, a página do Instituto de Meteorologia vai abaixo, é capaz de não funcionar muito bem. Mas se resultar, pode ser uma óptima ajuda em caso de sismo. Imagem daqui.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Steve Jobs e a Apple

É possível dar os parabéns ao homem e à invenção sem nos deslumbrarmos? Sim. O investimento da Apple no design não se limitou a tornar os seus produtos apetecíveis porque são engraçados e fashion embora este aspecto seja muito importante para a estratégia comercial da empresa. Seria impensável ver Carrie Bradshow a usar um portátil que não fosse um Mac. O episódio em que leva o seu "bebé" embrulhado numa pashmina para ser "curado" num centro informático é emblemático dessa ligação entre o ar fashionable dos produtos da Apple e o seu valor monetário.
É possível dizer que a mentalidade Windows nos leva a pensar no próximo portátil em termos de gigas, enquanto a mentalidade Apple nos leva a considerar primeiro as novas cores do computador? Se calhar também é um bocadinho assim.
Mas também é verdade que há uma enorme dose de criatividade e inovação tecnológica na casa Apple e que os seus produtos contribuíram muitíssimo para a rapidez do desenvolvimento a nível das telecomunicações, da acessibilidade musical e das plataformas digitais nos últimos anos. E é impossível pensar em Steve Jobs e ignorar o seu papel na criação do mundo maravilhoso da Pixar, de onde saíram pequenas pérolas como "For the Birds".
            

No entanto, a Apple é uma companhia que também tem contribuído para inverter a política de gratuitidade e democraticidade na Net. A percepção da Internet como um "espaço" de navegação tendencialmente livre e de consulta frequentemente aberta começa a tropeçar quando os caminhos ficam reduzidos perante a multiplicidade de aplicações que é preciso comprar ou adquirir e instalar para navegar a partir de um iPad, por exemplo.
Exemplo disto é a percepção de que há "sites de apoio" da Microsoft e há "lojas" da Apple. Não quer dizer que na Microsoft também não haja uma mentalidade de lucro e venda, mas parece menos óbvia e omnipresente.
Estas considerações à parte, Steve Jobs merece sem dúvida os parabéns pela sua capacidade de inovação e empenho empresarial, mesmo se não se concorda absolutamente com a sua filosofia comercial.
A propósito disto tudo, este anúncio icónico da Apple em 1984 merece ser revisitado. Foi apresentado uma única vez, no ano em que Orwell previa o mundo de pesadelo de 1984.
            

A imagem da série Sex and the City pode ser encontrada aqui. Também vale a pena ler o artigo que a acompanha.

segunda-feira, 7 de março de 2011

O iPad é nosso amigo?

O Público refere como os jornais estão à procura do milagre iPad.

Aliás, é ver a campanha publicitária ao Expresso, de iPadezito na mão. Mas o que falta nesta publicidade ao sempre-na-moda-e-na-vanguarda Expresso é a informação de que os conteúdos online do iPad são pagos. Ora, exactamente ao contrário do que é preciso para, com um clique num computador,  aceder a tantos jornais de todo o mundo que disponibilizam conteúdos gratuitos.
Fonte
Como a Apple me parece ser uma marca cuja filosofia é a promoção do consumo desenfreado de coisas absolutamente desnecessárias, penso que vai continuar a ser mais popular entre os apreciadores de logos com logos. É a diferença entre a mentalidade do jovem engenhoso que inventa uma coisa engraçada e a partilha na Net e a mentalidade do patrão de empresa que contrata uma série de jovens engenhosos para desenvolverem brinquedos para o consumidor ter de comprar.
Vou continuar a torcer para que a Apple mude de filosofia. Até tem brinquedos engraçados, mas já estamos todos um bocadinho crescidinhos.