A Fnac em França prepara-se para vender aspiradores e máquinas de café. Depois de alguns maus resultados, a empresa vai diversificar a oferta mas promete não diminuir o espaço reservado aos livros e à cultura:
Alexandre Bompard a voulu rassurer le monde de l'édition, dans une interview accordée mi-mars à Livres Hebdo : «La place du livre n'a pas vocation à diminuer» au sein du réseau Fnac. Pour preuve, avance-t-il, les rayons livres sont pas concernés par le plan de 500 suppressions de postes annoncées récemment. Fonte: Le Figaro
Assim esperamos, mas com as notícias das livrarias que vão fechando aqui e ali, parece que o bicho-papão que era a Fnac também não está livre de perigo. É verdade que a Amazon vai de vento em popa, mas na Amazon também já se vende de tudo um pouco.
Vamos mesmo ter de nos despedir dos livros em papel?
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