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terça-feira, 17 de julho de 2012

Expectativas

Espero que o filme faça justiça ao livro de Don Delillo.

Sr. Cronenberg, agradeço que não me desiluda.
           

sábado, 7 de julho de 2012

Um dia para clássicos

Apetece-nos uma "barrigada" de clássicos:

E se começássemos com um A Rainha Africana?



Ou um durinho Há Lodo no Cais?



Mas uma dose de ironia do Juiz Roy Bean também era interessante!


Ou um E Tudo o Vento Levou que podia durar a tarde toda...




E que tal, pela manhãzinha, começar com um Breakfast at Tiffany's?

Ah, os Clássicos! Como escolher? Pela "estrela" com o bichinho mais fofo?

Fonte das imagens: aqui & aqui.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

The Great Gatsby revisto por Baz Luhrmann

A dado momento, Daisy Buchanan diz para Gatsby: "You always look so cool."
É também assim nos filmes de Baz Luhrmann: parecem sempre tão cool.
Não é só todo aquele razzle-dazzle de Strictly Ballroom ou de Moulin Rouge mas a teatralidade e a extraordinária cinematografia de Romeo + Juliet também estão lá.

Não espero uma cópia fiel ou uma adaptação cuidada do livro de F. Scott Fitzgerald. Espero um filme de um Baz Luhrmann que parece regressar às suas origens. Óptimo!

  

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Meryl Streep - Margaret Thatcher

Meryl Streep, como "The Iron Lady", não é de ferro mas feita de uma plasticidade tão espantosa que nos faz esquecer que existe. Apetece comentar Margaret Thatcher, porque só ela está presente.
Se me perguntarem o que é uma grande actriz, é mesmo isto - alguém que não existe e que é apenas o suporte físico de uma personagem.
Brilhante exemplo de "auto-apagamento" (um pouco mais visível, contudo, do que o de  Jeong-hie Yun em Poetry que, trabalha sem rede, numa personagem criada de raiz).

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Um filme com legendas

Não sei pronunciar o nome da actriz (Jeong-hie Yun), mas esqueci-me completamente que estava perante uma actriz. É que a simpática e determinada protagonista do filme Poetry (Poesia) mostra, com uma absoluta naturalidade, o sabor e a beleza de um alperce ou como a dignidade e a ética humanas tornam irrelevantes considerações sociais ou os pequenos poderes.
É um filme um pouco longo mas em que o tempo ainda falta para preencher os espaços que o realizador, Chang-dong Lee, deixa de mostrar. É ao espectador que cabe, por isso, completá-los e é para isso que serve a interpretação: a dos actores e a dos espectadores que interpretam o que aparece e o que é deixado aparecer no ecrã, nas palavras, nos gestos e nos rostos. E é tão importante, neste filme, ver todos os gestos e ouvir (neste caso, ler) todas as palavras...
Coisas que me ficaram: 
  • a crítica explícita à desvalorização da mulher que nunca transparece e que, afinal, está tão implicitamente presente (até naquele momento do neto e das jovens com o arco de hula-hoop);
  • os cinco pais que até são impelidos por um sentimento protector, mas em que a sua displicência e condescendência apenas ampliam a forma como os seis rapazes abusaram da rapariga e a forma como a avó é vista pelo inválido;
  • o final (meu Deus, o final) com o jogo mental entre as presenças e ausências de Mija e de Agnes, em que nada e tudo é dito - o cão que agora brinca perante alguém ou o irmão de Agnes que acompanha o autocarro porque já é uma memória e não um momento presente;
  • as palavras do poema de Mija;
  • a poesia que, afinal, nasce de um Belo que não o é, como Mija irá descobrir, um pouco contra a sua vontade e teimosia;
  • o polícia-poeta que toma o lugar do neto no jogo de badminton;
  • a força do que é justo e do respeito pelo Outro que supera, apenas em parte, o sentimento familiar;
  • a preocupação com o banho do neto porque já sabe o destino deste;
  • a forma como a violência extrema está presente, sob a superfície e desde os primeiros momentos embora nunca se veja.
O filme vê-se como um quadro real porque ninguém parece estar a actuar para uma câmara mas a protagonista é simplesmente excepcional: chama-se Jeong-hie Yun e, se lhe quiserem dar um Óscar, é absolutamente merecido embora não tenha grande importância. Jeong-hie Yun não precisa de Óscares para confirmar o brilhantismo do seu trabalho. Basta vê-la em Poetry.
(Nota: o filme tem passado no TVCine. Vê-lo na televisão custa um pouco porque estar a ver um filme em casa e não poder olhar, de vez em quando, para o lado ou atender um telefone é complicado mas, como não falo coreano, não posso ignorar as legendas. Dito isto, continuo a ser contra as dobragens. Não seria possível dobrá-lo para outra língua e manter a subtileza e força calma da voz de Jeong-hie Yun.)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

The Hobbit - o filme

Com um ano de antecedência (!), este é o primeiro trailer para o novo filme de Peter Jackson, baseado na obra de Tolkien: The Hobbit.
Por um lado, acho que já vi este filme; por outro, a Nova Zelândia continua lindíssima e Gandalf está cada vez mais novo.

            

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Está um tempo

um bocado assim...
 
   Só apetece ler algo assim ou ver algo com este senhor aqui.

Imagens encontradas aqui e ali.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Melancolia

Lars von Trier é a prova de que há uma filmografia europeia que nada tem a ver com o que é produzido em Hollywood.
O seu último filme, Melancholia, continua a conquistar prémios e críticos, dando continuidade a uma cinematografia que, desde Breaking the Waves ou Dancer in the Dark, choca e/ou apaixona.


sábado, 5 de novembro de 2011

Prémios de mérito

A revista de cinema Empire elaborou uma lista dos cem melhores filmes britânicos de sempre. Em primeiro colocaram Lawrence of Arabia. Fair enough.
Em segundo lugar?
 

Perfection.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Empatias e simpatias

Há figuras que nos tocam mesmo sem nunca nos terem tocado. Paul Newman, fosse o juiz Roy Bean, Butch Cassidy, Fast Eddie Felson ou o fabuloso Luke (de Cool Hand Luke), tinha essa capacidade mágica de me obrigar a sorrir quando sorria ou a sofrer quando sofria. O reflexo empático e automático talvez tenha a ver com o apreciar genuinamente a pessoa por detrás do actor.
Neste blogue, encontra uma colecção de fotografias de Paul Newman com a sua mulher, Joanne Woodward, de que estão aqui alguns exemplos.







 
E agora? Como é que tiro este sorriso idiota que tenho plasmado na cara?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Shakespeare teria adorado este filme

e não só pela cena final com Sam Elliott. Pelo meio há estas pérolas.

           

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Últimas cenas - 1

Antes de abalar para férias.
Cenas finais de filmes favoritos (com um grande obrigado a quem as disponibilizou no YouTube).
Cinema Paraíso