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domingo, 25 de março de 2012

Boa televisão

Porque é que The Good Wife é uma boa série?

Porque o bem e o mal não são conceitos estanques.
Porque ninguém é perfeito.
Porque não há vencedores, nem vencidos sem mácula.
Porque os actores são bons.
Porque os actores parecem pessoas de carne e osso com bom aspecto, em vez de experiências plásticas.
Porque há tensão criminal, judicial, sexual e eleitoral.
Porque há jogos de poder: políticos e empresariais.
Porque há personagens que nos cativam do lado de lá e do lado de cá desses jogos de poder.
Porque os realizadores sabem o que fazem.

E a outra pergunta importante.
Quando é que começa a ser transmitida por cá a terceira temporada?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

E agora para algo com piada...

Uns momentos clássicos da comédia britânica para chamar o fim-de-semana.

1º -  Uns tirinhos na Rússia pelos Monty Python.
                      

2º - Um pouquinho de fervor religioso por umas senhoras Absolutamente Fabulosas.

                       

terça-feira, 29 de novembro de 2011

They're baaack!

It's Absolutely Fabulous!
                              

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Marx tinha razão!

"I find television very educating. Every time somebody turns on the set, I go into the other room and read a book." Groucho Marx.

Finalmente dei conta d'O Cemitério de Praga. Os meus agradecimentos vão para o serviço público de televisão (com as suas variadas touradas e programas de "entretenimento"), para os canais portugueses privados (quem é aquela gente toda a fingir que é actor?) e para os canais de cabo que estão cada vez mais repetitivos. 

Para quem gosta de história e de estórias bem escritas é imperdível. Um conselho muito a sério: ter uma enciclopédia por perto (ou a Internet) para ir deslindando algumas ligações e referências históricas. Assim que voltar a ter algum tempo ponho aqui uma reflexão mais cuidada sobre o texto.
Imagem aqui.

sábado, 10 de setembro de 2011

Boardwalk Empire - 2ª temporada

Eles estão de volta. Em breve.

                 
                                                           Season 2 Facebook Trailer

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sugestões

Caros senhores responsáveis pela compra de séries televisivas...
importam-se de trazer esta para cá?

 

O realizador, argumentista e produtor é um senhor chamado Neil Jordan, o realizador dos filmes Breakfast on Pluto, The Crying Game, Michael Collins, entre muitos outros.
Tem como actores uns tais de Jeremy Irons e Derek Jacobi.
Este é o trailer.
Queria ver mais. Agradeço desde já a vossa atenção. Não demorem muito, está bem?

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Momentos televisivos do ano 2

O sorriso loooonngooo e bem humorado.
Modern Family
Mitchell tem medo de pássaros. Cam é o seu marido ex-músico. Quando um pombo entra em casa, assiste-se a uma batalha épica e em câmara lenta. Cam recusa-se a ajudá-lo porque está a cantar num evento. A sua versão inesquecível de Ave Maria providencia a música de fundo. Para quem não viu, aviso que quem perdeu foi a mãe de Cam. Mas não digo porquê.
Pode ver um trailer da série aqui.

A gargalhada. Daily Show com Jon Stewart
Christine O'Donnell foi candidata ao Senado americano pelo partido republicano, mas apoiada pelo movimento Tea Party. A meio do percurso apareceram antigas entrevistas suas em que afirmava ter tido algum interesse por grupos... digamos que.... muito investidos no oculto...
Resumindo, teve de vir a público informar que nunca foi uma bruxa. Não, não é que não foi à bruxa. É mesmo que não foi uma bruxa. Como neste spot publicitário que fez história.

 
Pois.
Como se esta gargalhada não bastasse, Jon Stewart deu-lhe o seu cunho pessoal. Fica aqui uma introdução a esse episódio. A referência à bruxinha arrependida aparece nos primeiros 30 segundos.

Momentos televisivos do ano 1

A lágrima. Lost                                                                       
O final foi, claro, um absoluto anti-clímax. Mas a multiplicidade das referências religiosas e mitológicas, que se cruzavam em cada episódio, não fazia prever outra coisa.
No entanto, aquele momento em que Jack contempla a morte e, do meio da selva, aparece o seu cão para o acompanhar nessa passagem, enquanto o avião que os sobrevoa leva os seus amigos para uma salvação temporária, faz surgir a lágrima aos mais insensíveis. Como não sou insensível, foi o meu momento Kleenex do ano.

O glamour e o revivalismo. Mad Men
Não, não é prático e NINGUÉM consegue ter tempo para isto de manhã. Mas que apetece ter este look de vez em quando, apetece. A série vai na quarta temporada mas as imagens promocionais continuam fantásticas. Olhando para a constrição e arquitectura corporal (roupa, cabelo, maquilhagem) percebe-se que a necessidade libertária trazida pelo movimento hippie tivesse de passar, também, pela libertação do corpo. Mas é inegável o charme destas composições perfeitas.