Mostrar mensagens com a etiqueta Manifestação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Manifestação. Mostrar todas as mensagens

sábado, 29 de setembro de 2012

Terreiro do Paço e Plaza de Neptuno

 

 
 
O texto é do alemão Der Spiegel.
 
As imagens são do jornal Público e do El País.
 
A crise é de todos nós. Ou talvez não.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Exaltações










Imagens de ontem, por esse mundo fora, pelo prisma da BBC. Dominam os protestos mas as formas variam. 
Em Seoul, na Coreia do Sul, um protesto pacífico perante a "chuva" dos canhões de água para dispersar uma manifestação.
Em Oakland, nos Estados Unidos, os protestos são cada vez mais violentos.
O mundo anda um pouco exaltado...

Via BBC

domingo, 16 de outubro de 2011

O movimento "Occupy Wall Street" e a Itália a ferro e fogo

Uns dizem que foram os Black Blocs, um movimento anarquista e especialista em criar tumultos aquando das reuniões do G20 e afins. Outros dizem que, como se ouve no vídeo, "la popolazione ha bisogno di risposte". O facto é que este Verão tardio continua a aquecer a Europa.
Medidas sérias e justas para acalmar os ânimos precisam-se!

Por outro lado, em Nova Iorque, as coisas foram mais pacíficas e com mais sentido de humor.


Via Coilhouse

(Uma história também curiosa - o que se faz depois de perder o trabalho em Wall Street? Exemplo de um corretor que, tendo perdido o emprego na Bolsa, é agora taxista e disponibiliza o seu CV no banco de trás do taxi, na procura de um melhor emprego. Fonte: New York Times)

Faltava o Alasca!

Ontem esqueci-me de outro ponto do globo onde houve uma manifestação de protesto contra o estado de coisas.
Mas para reparar essa injustiça, aqui fica a referência ao Alasca:


sábado, 15 de outubro de 2011

Economia global = Protesto global

Berlim, Roma, Hong-Kong, Nova Iorque, Melbourne, Taiwan, Tóquio, Manila...










A recolha foi feita aqui.

Por causa das indignações gerais

há muitos indignados particulares. Dizem que o movimento dos Indignados é um movimento de desocupados por opção. Também acho que anda por lá muita gente que gosta disto - de manifestações e distúrbios, de confusão e anarquia - mas não duvido de que há muitos, muitos mais genuinamente desesperados. E que muitos desses até se encontram em casa ou noutros lados, tentando ainda ver, com lentes de tom róseo, uma vida que está a mudar para pior. (A expressão rose-tinted glasses faz muito mais sentido em Inglês, mas penso que se pode adaptar para Português).
Assim, fica aqui esta imagem de um manifestante em Wall Street. As palavras por baixo são do hiper-conservador Rush Limbaugh.

Um daqueles contrastes que apetece esfregar na cara de quem está indignado com os que se indignam com as indignidades de quem lucra com a especulação financeira.
Imagem via Mother Jones

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Ben & Jerry's - ser ou não ser coerente

A minha companhia de gelados favorita (lado a lado com a Häagen Dazs) compreende e apoia os manifestantes que estão a ocupar Wall Street. As razões?
We, the Ben & Jerry's Board of Directors, compelled by our personal convictions and our Company's mission and values, wish to express our deepest admiration to all of you who have initiated the non-violent Occupy Wall Street Movement and to those around the country who have joined in solidarity. The issues raised are of fundamental importance to all of us. Fonte
A companhia, que entretanto foi comprada pela gigante e pouco ambientalista Unilever, continua, aparentemente, a manter uma posição coerente com os valores dos seus fundadores, mesmo que estes entrem em rota de colisão com as preocupações financeiras da grande corporação que agora gere e controla a Ben & Jerry's.

(Mas para aqueles que têm dificuldade em acreditar em mundos cor-de-rosa e vêem políticas de marketing em tudo, este artigo deixa uma imagem menos "limpa" da Ben & Jerry's...)

O movimento "Occupy Wall Street"

E um artigo interessante no New York Times sobre o Pânico dos Plutocratas.

  
                                                                        Fonte 2


Fonte 3       

segunda-feira, 14 de março de 2011

Manifestos

Não sou a favor do facilitismo e choca-me que se continue a viver acima das possibilidades mas recuso-me a seguir as linhas ideológicas de quem defende que os jovens (e não só) terão de se habituar a uma realidade bem pior do que as gerações anteriores. O futuro não se afigura fácil, mas isso não quer dizer que consideremos que a resignação ou o retrocesso às condições laborais do século XIX sejam os caminhos a seguir. É verdade que na Europa e nos EUA nos habituámos a comprar barato porque há pessoas a trabalhar em condições miseráveis na China, na Índia, em Marrocos, entre outros. Mas se esses países estão a atravessar uma espécie de Revolução Industrial tardia, a esperança é que venham a adquirir, o mais cedo possível, os direitos que por aqui temos e vamos defendendo.
Devia ser esse o caminho a trilhar e não o inverso, apesar das vontades corporativas das multinacionais, da Banca, do Ministro das Finanças ou da "Assembleia de Sábios" do outro partido, com o seu livro de orientações para o futuro.
Não há menos dinheiro; o que há é uma péssima gestão e distribuição do mesmo. O Estado deve dar, com condições satisfatórias, o que é essencial, como a Educação, a Justiça e a Saúde. Tudo o que é supérfluo, redundante ou megalómano pertence ao reino do privado. No privado, um empresário de sucesso deve ser inovador e empreendedor. Ser um empresário de sucesso às custas de ajudas do Estado e do trabalho pouco ou nada remunerado (estágios) é uma vergonha.
E é por isso que o país saiu à rua e exigiu transparência, limpeza, trabalho e honestidade. Nem mais, nem menos. E tem toda a razão.
Alguns ecos lá de fora e de cá de dentro. Fotos do Sr. A. (Obrigada)