sábado, 10 de março de 2012

E a bolha vai fazendo pop, pop, pop...

Enquanto o boom imobiliário ia, calmamente, acontecendo perante os nossos olhos, assistia-se a uma tranquila e sobranceira felicidade: as construtoras e os construtores enriqueciam; as imobiliárias prosperavam; os bancos enchiam os mealheiros e as pessoas passeavam-se, orgulhosas, apontando para as novas casas compradas ou em vias disso.
Agora, com os leilões a venderem casas cada vez mais baratas, há uma sensação de pós-festa, com balões esvaziados ou murchos espalhados pelo chão.

Nunca percebi como as pessoas podiam hesitar perante o preço de uns sapatos ou de um livro que podiam pagar de imediato, mas se atiravam de cabeça para casas que nunca poderiam, racionalmente, pagar. Não é um problema local - é global. Espanha está a viver uma crise imobiliária ainda pior e não há sinais de abrandar.

Ainda não chegámos à Florida mas desconfio que não faltará muito para assistirmos a situações como esta: com a desvalorização no mercado imobiliário, Willow Tufano, uma jovem de 14 anos, conseguiu juntar dinheiro para comprar a sua própria casa.

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