sábado, 10 de março de 2012

O nosso rasto na Rede

Entre contas no Facebook, no Twitter, no LinkedIn, no Google+ ou noutras redes, cada vez mais parecemos mosquinhas presas na teia. Infelizmente, aranhas não faltam. Nos EUA, de acordo com este artigo de Bob Sullivan, empresas e governos estão crescentemente interessados em "ver" a nossa vida e a nossa opinião na Rede. Começou, assim, a ser corrente pedir a um potencial candidato a um emprego que entre no Facebook e deixe o entrevistador consultar a sua informação, fotos e amigos, mesmo que estes dados estejam como privados.
Como é que as leis do passado lidam com a liberdade de expressão online e com as identidades virtuais e múltiplas que vamos criando? Um pouco aos tropeções e com muitos atropelos à mistura.

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