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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A precisar de sopinhas e descanso

Agora que já existe a melting chair só lá falta alapar o meu melting self...
O que vale é que já é 6ª...


O design da obra é de Phillipp Aduatz; o desenho do meu estado físico é do abençoado trabalho.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

I just wanna be OK!

Da mocinha que compôs "Be OK", surge um "Maybe". A vida está cheia de incertezas. O pior é quando as certezas também não são boas.

            

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Em estado de negação pura


Não, não, não - as férias não estão a acabar. É preciso um plano infalível ou a cunning plan (como diria Baldrick).

Já sei! Do meu esconderijo, vou ficar a ver o ano a passar. Quando sair, já vai ser Agosto outra vez...


(Como se costuma dizer - denial is a river in Egypt...)

terça-feira, 1 de março de 2011

Inércia do sono

Esta é daquelas descobertas que apenas confirmam o que o senso comum já desconfiava: segundo os investigadores, o nosso cérebro demora cerca de 5 minutos a passar do estado de sono ao estado de vigília.
Il nostro cervello, si sa, è pigro al risveglio: ci mette ben 5 minuti prima di iniziare a "carburare", al mattino o dopo il pisolino pomeridiano. Ora però alcuni ricercatori italiani sono riusciti a svelare le cause di questa débâcle. La ridotta attività elettrica di diverse aree cerebrali, spiegano gli autori su Neuroscience, causa nei primi minuti dopo il sonno una minore efficienza rispetto al momento in cui ci addormentiamo. (...) I ricercatori hanno identificato per la prima volta la base cerebrale del fenomeno definito "inerzia del sonno" e che consiste in una dissociazione tra la percezione di essere svegli (verosimilmente legata a una ripristinata attività elettrica tipica dell'individuo vigile nelle regioni cerebrali anteriori) e un rallentamento della capacità sensoriali e di integrazione, mediato dalle aree posteriori del cervello. Fonte
Já agora, posso testemunhar que, à 2ª-feira, são necessários mais do que 5 minutos para começar a carburar. É que o cérebro tem de se aperceber não só de que está acordado como também de que já não é Domingo. Ou seja, tem de acordar para a dura realidade e isso custa muito. No meu caso são, pelo menos, uns bons trinta minutos. E a contragosto. Quanto à inércia do sono, esta é, vulgarmente, conhecida como "arrastar-se da cama" para um outro sítio qualquer. O sofá é o favorito mas, inevitavelmente, acaba por ser "para o trabalho"... Fonte da imagem