Ponto 1 - Um homem ou uma mulher de confiança é alguém que se conhece bem. Pode também ser um amigo.
Ponto 2 - Nomear homens de confiança / amigos para lugares de topo com salários de topo, pagos por todos os cidadãos (ou, pelo menos, pelos que pagam impostos) só deve acontecer quando:
- a) essa pessoa de confiança / amigo é claramente competente para o lugar e seria naturalmente seleccionado se fosse um cargo de concurso público e se os concursos fossem transparentes;
- b) esse lugar existe realmente e não é apenas um cargo de conveniência. Como, por exemplo, alguns cargos não executivos.
- c) os valores a serem pagos são justificados pela necessidade e importância extremas do cargo, mesmo num momento de dificuldades económicas;
- d) não foi decretada nenhuma política de cortes na Função Pública e áreas adjacentes.
*Este post não foi, de forma alguma, influenciado pelas recentes nomeações na Função Pública e CGD. Não, nem um niquinho. Nadica.
Enquanto continuar o clima de paz na Terra, de transparência política e outras maravilhas humanas, este blogue vai continuar, sempre que possível, a ser populado pelo mundo animal. Por uma questão de paz. E transparência. Das autênticas.

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