Mostrar mensagens com a etiqueta Street art. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Street art. Mostrar todas as mensagens

sábado, 8 de setembro de 2012

Arte interactiva

Primeiro trata-se da parede e depois fotografa-se quando há transeuntes que ajudam à composição. O autor desta arte interactiva e transitória chama-se Seth (Julien Malland) e este trabalho foi feito no Vietname.
É pena. Ficava muito melhor na minha rua...
Agora a sério, é um trabalho que merece mais divulgação.
 
Como este, por exemplo, na Índia:
 
Ou este:
 
 

Imagens: Aqui e aqui

terça-feira, 17 de julho de 2012

Awesome!

LEGO bridge. Germany.

Here.
(Ok, they aren't real LEGOs: they were designed by street artist Martin Heuwold. Still...)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Graffiti com etiqueta

Uma tela barata, doses de criatividade, bastante irreverência, reconhecimento artístico e mediático e a recompensa financeira.
O percurso da street art até à cultura mainstream está muito associado ao nome de Banksy, o elusivo graffiter britânico. Seis obras suas foram agora vendidas por cerca 370 mil euros, num leilão em Londres. (Fonte: Sol)
Entre as obras em causa estão estas, talvez das mais conhecidas do autor: Love is in the air e Girl with balloon.



Ainda que seja discutível a legitimidade do uso do espaço público, o que não é discutível é que há uma voz própria nas obras de Banksy. E que agora até tem um preço bastante interessante.

(Será que estas também estavam à venda? São claros retratos de época: consumidos pelo consumo, uma brecha no Muro em Belém ou a apropriação descarada de uma citação alheia.)


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Comics em graffiti

Esta é, verdadeiramente, uma arte americana. Roy Lichtenstein percebeu-o bem e estes graffiters também.

Via Brooklyn Street Art


Faile. (photo © Jaime Rojo)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

quarta-feira, 17 de junho de 2009

E por falar em graffiti, o jornal New York Times tem um artigo recente sobre a arte dos graffiti e a sua transposição para um espaço mainstream.

Quando Andy Warhol reproduziu as latas de sopa da Campbell's e as transformou em arte (muito lucrativa), abriu a porta a que o absolutamente mundano se projectasse como aurático.
Não é surpreendente, por isso, que o Museu receba de forma natural esta pintura urbana e a "certifique" como obra de arte. Mas como a criatividade de alguma Street Art reúne, visualmente, pintura, arquitectura e paisagem a sua transposição para outro espaço fragiliza-a enquanto composição.
Quanto à questão da livre utilização do espaço público para a expressão individual fica a pergunta: as paredes dos espaços onde moramos podem tornar-se telas dos outros?
Estes três artigos do New York Times revelam a naturalidade adquirida dos grafitti na realidade urbana.
---------------------------------------
http://www.nytimes.com/2009/06/10/arts/10iht-rcartgraff.html
(Special Report: Contemporary Art - Graffiti Gains New Respect)

http://travel.nytimes.com/2008/03/09/travel/09weekend.html
(Weekend in New York Street Art - To the Trained Eye, Museum Pieces Lurk Everywhere)

http://travel.nytimes.com/2008/03/02/travel/02headsup.html
(Heads Up Berlin - One Wall Down, Thousands to Paint)

A Deer in the City


"A Wounded Deer - leaps highest"

A Wounded Deer - leaps highest -
I've heard the Hunter tell -
'Tis but the Ecstasy of death -
And then the Brake is still!
~~~
The Smitten Rock that gushes!
The trampled Steel that springs!
A Cheek is always redder
Just where the Hectic stings!
~~~
Mirth is the Mail of Anguish
In which it Cautious Arm,
Lest anybody spy the blood
And "you're hurt" exclaim!

by Emily Dickinson
------------------------------------------------
Sometimes street art is just what it is: doodles and vandalism. And sometimes it's just there and it makes sense. This "deer" isn't famous and there isn't a leading graffiti artist behind it. Still, I expect the “deer turned tree” to leap over fences and gates. It looks so restraint and yet it conveys an inexplicable energy and force.
Delicate yet powerful. Fragile yet unstoppable.