Uma missa na Praça da Revolução para ajudar a derrubar barreiras.
Há revoluções de sangue e há revoluções de veludo. Por várias razões, prefiro as segundas embora, por vezes, compreenda as primeiras.
Imagens: Público e ABC news
In the cave with a long-ago flarePainters by Muriel Rukeyser
a woman stands, her arms up. Red twig, black twig, brown twig.
A wall of leaping darkness over her.
The men are out hunting in the early light
But here in this flicker, one or two men, painting
and a woman among them.
Great living animals grow on the stone walls,
their pelts, their eyes, their sex, their hearts,
and the cave-painters touch them with life, red, brown, black,
a woman among them, painting.
Volto a escrevê-lo. Alexandria é já ali: tão perto e tão longe.
Esta fotografia foi tirada na sequência dos atentados que vitimaram egípcios coptas à saída da Missa.
A imagem tem diversos planos e em todos se encontra o toque humano e o sentido religioso. Na arte, na expressão de Fé, no sangue das vítimas. Devoção, martírio, fanatismo são palavras que, na História humana, se têm encontrado e confundido demasiadas vezes. Seria tão simples e tão profundamente religioso se devoção, martírio e fanatismo fossem vividos na intimidade da consciência de cada um. Fonte da imagem