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terça-feira, 9 de outubro de 2012

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Transparência bancária?

Um banco transparente. Gosto do conceito - estético e "moral".
The new Headquarters will be one of Sweden’s most modern and innovative office buildings – focusing on transparency, Scandinavian simplicity and dynamic social environments. (...)
By the end of 2013 no less than 2.500 co-workers will move into the innovative building at Sundbyberg Stad near Stockholm. The Headquarters is designed by the Danish studio 3XN with direct reference to Swedbank’s core values; openness, simplicity, care and durability.
Espero é que depois, por dentro, não fique tudo muito opaco como nos bancos que já conhecemos...

sábado, 27 de novembro de 2010

Medidas extremas?

Eric Cantona propõe que se retire o dinheiro dos bancos no dia 7 de Dezembro, como forma de protesto contra a situação económica e o papel da Banca nesta crise. Embora a medida seja extrema e de consequências imprevisíveis, a adesão que tem tido no Facebook e a resposta assustada dos Bancos belgas demonstram que existe um clima de "saturação social" em que as greves se tornaram insignificantes e que as acções dirigidas contra grupos específicos obtêm respostas mais directas.
Penso que os privilégios da Banca devem chocar qualquer pessoa decente e honesta, mas também não gosto que se desculpabilize os cidadãos que têm ganho dinheiro na pura especulação imobiliária sem que as mais-valias sejam efectivamente tributadas e que têm, assim, contribuído para o endividamento privado.
Um apartamento que foi comprado por 150.000 euros não pode valer o dobro 5 anos depois. Os americanos já aprenderam isto quando o mercado imobiliário "implodiu" em 2008 e os orgulhosos proprietários das pavorosas McMansions viram o preço inflacionado das suas casas baixar para o seu valor real. Ou até abaixo disso.
Por cá, continua a assistir-se ao inflacionamento de casas por particulares, no desejo de fazerem dinheiro rápido. 
Os bancos são gananciosos? Sim, é verdade. Como o são todos aqueles que acham moralmente aceitável ganhar dinheiro assim. A crise não é só culpa de uns, embora haja uns mais responsáveis do que outros. O ciclo é, aliás, difícil de quebrar: o banco promove o crédito, o cliente aproveita-o ao máximo e o Governo subsidia, aprova ou apoia. Soluções? ........ Pois.