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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Nem tudo o que é verde é bom

Depois do positivo, o lado negro das políticas ambientais. O fim previsível do petróleo e a procura de alternativas viáveis e baratas conduz a isto: hectares e hectares de terra arável em África são explorados por países como o Reino Unido, França, Alemanha, Itália ou Estados Unidos para produzir agrocarburantes.

Tudo vale para mantermos os nossos carros a funcionar. Até quando?


Plantagónia?

E chegámos à agricultura urbana a sério. Este é o site da Plantagon, um projecto sueco de construção de "edifícios agrícolas" integrados no espaço urbano.
Estas estufas verticais ou globulares dão um novo impulso ao conceito de "buy local", ou seja, comprar produtos locais, nomeadamente agrícolas, com as vantagens em termos da poupança nos combustíveis ou do consumo de produtos frescos conservados naturalmente. Uma forma de tornar as cidades auto-suficientes, com a capacidade de alimentar os seus cidadãos.
Para além disso, até são esteticamente agradáveis.
Imagem e informação via: Good
 

domingo, 23 de outubro de 2011

Outra vez pela terra do Rugby e mais uns pinguins

Ainda na sequência do desastre do Rena, uma loja na Nova Zelândia pediu a voluntários que fizessem camisolinhas para os pinguins afectados pelo derrame do navio. A ideia é mantê-los aquecidos enquanto recuperam e também evitar que ingiram petróleo quando tentam limpar as penas.
Os resultados excederam as expectativas e a loja recebeu inúmeras camisolitas. Não sei porquê mas acho que, depois das fotografias terem aparecido na Net, ainda haverá mais doações.
(A propósito, onde é que eu guardei uns novelitos de lã e umas agulhas...)

                    (Photo credit: Toby Zerna/Newspix/Rex USA, via ABC News e Think Progress)

domingo, 31 de julho de 2011

Mar Morto faz jus ao nome?

Ainda pelo Médio Oriente e por falar em banhos, o Mar Morto não está nada bem nem se recomenda. A exploração hídrica do rio Jordão e a exploração de minerais no próprio Mar Morto estão a destruir não só este local único como a comprometer a sustentabilidade da região. Ainda me lembro de, há muitos anos atrás, admirar a capacidade de criar laranjais no meio do deserto com técnicas de aspersão gota-a-gota e afins. Pois é. Podia ser admirável para pequenas explorações e em pequena escala. Mas quando Israel se torna exportador de produtos agrícolas, a coisa pode ser mais complicada.  Veja-se o Mar Morto hoje em dia e compare-se estas duas imagens.
A comparison of satellite photos take in 1973 (left) and 2002 (right) show the decreasing water level of the lake, evidenced by the newly visible isthmus that now separates the lake near its southern end. Recent calculations reveal that flow from the Jordan River into the Dead Sea has decreased by 1.275 billion cubic meters per year. (Source: The Jewish Journal, 2008) Fonte
Será que estas imagens não incomodam quem vive lado a lado com este rio e este mar?

sexta-feira, 22 de abril de 2011

sábado, 30 de outubro de 2010

Boas ideias e boas práticas


Uma boa notícia. A Nestlé, produtora entre outras coisas da água Vittel, decidiu preservar a qualidade desta água, promovendo uma agricultura sem pesticidas na região.

Pour préserver son eau minérale, la multinationale Nestlé y finance, depuis vingt ans, la conversion au zéro pesticide d'une zone de 10 km2. Au lendemain de la Conférence internationale sur la biodiversité de Nagoya, cette expérience fait figure d'exemple atypique de collaboration entre une entreprise, des collectivités locales et des agriculteurs, ayant pour objectif la protection d'un écosystème naturel.

Pode ler o resto da notícia aqui.

                                     
                                                                  Vittel
Os locais, os apreciadores da água (que até costumava comprar nos hipermercado Jumbo, passe a dupla publicidade) e o mundo agradecem.
E Vittel é uma região bem bonita.