Reitero que me é absolutamente indiferente que as pessoas que trabalharam em vários sítios tenham vários planos de pensões e que recebam de fundos privados das diferentes empresas por onde andaram. Mas não no Estado. O Estado só devia poder pagar uma pensão ou um salário. Em nome do equilíbrio, do bom-senso e da moralidade.
Por outro lado, continuo a não perceber como é possível alguém reformar-se, pedir pensão e, depois, continuar alegremente a trabalhar. No Estado ou no Privado. Se está a trabalhar não devia poder receber pensão. Qualquer pensão, fosse de onde fosse. Fica mais caro contratar um empregado para esse lugar? Paciência. Essa devia ser a excepção. O que não devia ser excepção é o regime atribuído a não sei quantas profissões que vão conseguindo acumular salários e pensões.
Um país com pensões baixíssimas e com a Segurança Social a contar os tostões precisa de uma reforma urgente: tectos salariais para as pensões, restrição das pensões por invalidez aos casos devidamente comprovados e o fim de todos os regimes de excepção em termos de idade e em termos de acumulações.
Se calhar conseguia-se ter reformas para toda a gente, para as próximas décadas. No entanto, como vai continuar a distribuição de pensões elevadíssimas a torto e a direito, a dobrar e a triplicar e a pessoas de 40 anos com capacidade para trabalhar...
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