
É que é mesmo verdade que quem mais exige responsabilização (a tão em voga accountability) é quem nem sequer sussurra sobre a possibilidade de ser responsabilizado. Basta pensar em quem andou a apregoar a toda a hora a exigência de uma accountability extra para docentes, magistrados e médicos e, umas eleições perdidas depois, sacode, como água do capote, as responsabilidades da crise económica em que vivemos.
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