Não posso ligar a CNN ou a SkyNews sem ver a cara de Amanda Knox (e do namorado Raffaele Sollecito) e a notícia da sua libertação. Não sei se é culpada ou inocente mas, segundo as notícias, havia dúvidas relativas à forma como o ADN foi recolhido. Assim sendo, Amanda deve dar graças por ser uma americana em Itália e não uma italiana nos Estados Unidos. É que em Itália a noção de in dubio pro reo é, pelos vistos, para ser levada a sério. Imagine-se que isto tinha acontecido nos EUA, nomeadamente, nos Estados do Texas ou da Georgia - daqui a uns dez aninhos lá iria ser executada mesmo se houvesse dúvidas.
Pois é. É de repetir e sublinhar: Amanda deve dar graças por ser uma americana em Itália e não uma italiana nos Estados Unidos.
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