Nos Estados Unidos assiste-se a uma nova onda de execuções (em Setembro registam-se três nomes: Troy Davis - cuja culpabilidade suscita dúvidas, Lawrence Brewer e Manuel Valle, este último depois de mais de 30 anos em isolamento); no Irão, continua a ser irrelevante se o condenado era menor na altura do crime, sendo a forca o habitual destino; na Arábia Saudita há cidadãos de pleno direito e as cidadãs que apenas valem pela metade, sem direito ainda a voto, a guiar e a ter voz activa na sociedade; começa a banalizar-se a execução extra-judicial, com os Estados Unidos a abaterem um americano suspeito de terrorismo no Iémene (e seriam capazes de fazer o mesmo nos Estados Unidos ou na Europa?); a Palestina continua no vácuo legal, impedida de ser reconhecida internacionalmente como o Estado que é.
Ainda um longo caminho mas sempre a esperança.
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