São daquelas imagens que dão uma vontade compulsiva de começar a arrumar qualquer coisa não fosse o detalhe de parecerem muito mais bonitas e apetitosas quando estão desarrumadas. Eterna contradição entre o desejo de ordem e o impulso de liberdade: entre o que apetece fazer (mexer nas folhas ou comer a salada) e o que nos inibe de tocar no que está tão meticulosamente ordenado para não desfazer esse simulacro de simetria e organização.
Conclusão: a desordem faz bem à vida!
Conclusão: a desordem faz bem à vida!









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