As "novas" medidas económicas são, para variar, mais do mesmo. Cortar nas pensões milionárias e a dobrar ou triplicar? Nem por isso. Acabar com não sei quantas fundações e institutos, comissões de trabalho, avenças, ajudas de custo por dá aquela palha, missões militares no estrangeiro, vários assessores por cá e adidos e outros pelas embaixadas lá fora, ajudas às regiões autónomas, ajudas às "artes" (como algumas das que aparecem aqui) ou gastos desnecessários nas autarquias? Também não muito.
Impostos ou taxas extra em dividendos, mais-valias, património imobiliário ou carros e barcos, desde que estes estejam acima de determinada fasquia? Isso é que não porque é muito complicado.
A sério? Custa um bocadinho a acreditar. Mas eles são economistas e lá devem saber o que fazem. Ou seja, aumentar impostos e IVA.
Para o ano (ou até antes) haverá mais: mais cortes na Escola Pública, com mais alunos por turma (deve dar um resultado fantástico, sobretudo nas áreas das línguas), mais cortes na Saúde, com menor acesso a exames médicos e outros que se suspeitam.
É preciso cortar na despesa e fazer crescer a economia? Sim, claro. Mas não podem tentar algo diferente?

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