Há figuras que nos tocam mesmo sem nunca nos terem tocado. Paul Newman, fosse o juiz Roy Bean, Butch Cassidy, Fast Eddie Felson ou o fabuloso Luke (de Cool Hand Luke), tinha essa capacidade mágica de me obrigar a sorrir quando sorria ou a sofrer quando sofria. O reflexo empático e automático talvez tenha a ver com o apreciar genuinamente a pessoa por detrás do actor.
Neste blogue, encontra uma colecção de fotografias de Paul Newman com a sua mulher, Joanne Woodward, de que estão aqui alguns exemplos.
E agora? Como é que tiro este sorriso idiota que tenho plasmado na cara?





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