Cientistas alemães (e quem mais?) descobriram que um dos bálsamos usados pela rainha egípcia Hatshepsut continha alcatrão e sugerem que o uso continuado deste creme para tratar uma possível psoríase pode ter estado na origem do cancro que a matou.
Hatshepsut ficou duplamente famosa - pelos seus feitos enquanto faraó e pelos esforços posteriores em apagá-la da história, eliminando o seu nome dos registos ou desfigurando as suas estátuas.
Felizmente, o que escapou a essa destruição tem permitido reconstruir a história desta figura fascinante do Antigo Egipto.
No entanto, pouca coisa mudou de há 3500 anos a esta parte. Talvez os resíduos de alcatrão sejam menos comuns nos cosméticos e produtos para a pele, mas os parabenos, as parafinas e outros derivados do petróleo continuam a fazer parte de produtos tão banais quanto a vaselina, os batons, os cremes de rosto ou os cremes de banho. Valerá a pena?
(Post pré-programado para publicação a 21 de Agosto)


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