Já nos Estados Unidos, há umas semanas atrás, foi executado um monstro que, depois do 11 de Setembro, tinha decidido matar os árabes que lhe aparecessem pela frente. Por acaso enganou-se e as duas vítimas mortais e Rais Bhuiyan, um muçulmano que sobreviveu, eram, respectivamente, indianos, paquistaneses e do Bangladesh.
Ao contrário do sistema legal iraniano, todavia, no sistema americano a palavra das vítimas ou dos seus representantes não tem muito peso quando se trata de perdoar.
Isto foi só para me lembrar de que há gente horrível e sociedades bárbaras e sem piedade. Mas que também há gente muito boa.
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