Japão
Chefe da diplomacia demite-se por escândalo de financiamento eleitoral
Depois de saber da demissão do Dr. Hawass no Egipto e de ler sobre esta demissão no Japão, lembro-me de que há países com hábitos estranhos.
"A polémica rebentou há uma semana, durante uma sessão do comité orçamental do Parlamento japonês, quando o ministro, no cargo há seis meses, foi acusado de ter recebido um donativo proveniente do estrangeiro – algo que a legislação proíbe.Maehara começou por negar a acusação, mas depois o seu gabinete admitiu ter recebido, em 2008, uma contribuição de 50 mil ienes (cerca de 430 euros) de uma apoiante de longa data, a dona de um restaurante de Quioto que tem nacionalidade sul-coreana." Fonte
Depois de saber da demissão do Dr. Hawass no Egipto e de ler sobre esta demissão no Japão, lembro-me de que há países com hábitos estranhos.
Por cá, não sei se o grupo de trabalho do Ministério da Cultura que custou 209 mil euros ao Estado e que se reuniu uma vez em 14 meses também ponderou a hipótese de demissão. Mas se o fizessem não seria muito normal, pois não? É que por aqui, apenas nos demitimos do trabalho e das responsabilidades; do posto de trabalho, nunca!
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